29/07/2009
Edição de julho do Jogo de Cena chega ao Teatro da Caixa
Que tal assistir a uma apresentação musical, a um espetáculo de dança, de teatro, apreciar um artista colorindo uma tela e ainda curtir um filme numa única noite? Tudo junto, ao mesmo tempo e agora. A proposta parece surreal, mas é o que ocorre no palco do Teatro da Caixa. É lá que diversos artistas se reúnem e mostram ao público um pouco do seu trabalho pelo projeto Jogo de Cena. Considerado uma espécie de vitrine cultural de Brasília, o tradicional evento movimenta o espaço na noite desta quarta-feira (29/7), a partir das 20h.
Apresentado pelos humoristas Welder Rodrigues e Ricardo Pipo, da Cia. De Comédia Os Melhores do Mundo, o Jogo traz o quadro Linhas Cruzadas, da peça Carretéis. A montagem reúne esquetes de Maurício Witzack, Marcelo Saback, entre outros atores locais, e conta a história de quatro mulheres com trajetórias distintas, mas que têm suas vidas interligadas.
Outra atração é o esquete Genis, uma livre adaptação da obra de Nelson Rodrigues feita por atores da Faculdade Dulcina. E, para encerrar o reinado das artes cênicas, o Grupo TPM – Teatro para mulheres apresenta a cena Para um encontro..., que mostra situações anteriores a um encontro amoroso sob ótica feminina. A direção é de Thais Ferreira.
O som do Grupo Takto promete contagiar o público. No palco com sua formação original (clarineta, violão, percussão e bateria), o conjunto passeia por diversos estilos e épocas, unindo sofisticação e apelo popular. Tempo, o primeiro CD dos músicos - entre eles o maestro e orquestrador Flávio Fonseca, está com lançamento previsto para agosto.
A noite também vai ter espaço para o curta-metragem Pequena fábula urbana, exibido no 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Dirigido por Jimi Figueiredo, o filme conta a história de uma mulher que guarda seu coração numa pequena caixa. Um dia, ela decide colocá-lo de volta no peito. Com Catarina Accioly, Sérgio Sartório, William Ferreira e Ana Paula Braga.
A antiga tradição da dança do ventre pode ser apreciada por meio da performance da bailarina Luana Caetano e de suas alunas. E a pintura fica a cargo do carioca Ivan Muniz, radicado em Brasília desde 1963. Com mais de 20 anos de experiência, o artista se utiliza de elementos do inconsciente e da imaginação para trabalhar a plasticidade em sua obra.




